Hoje a tarde no laboratório de informática da OTICS-Rocinha, os agentes comunitários formaram um grupo de estudos e fizeram trabalhos relacionado ao curso técnico de agentes de vigilância e saúde.
Os alunos têm contato direto com a realidade. Nas pesquisas em comunidades, eles são levados a pensar em ações para solucionar problemas apresentados pela população.” Existe a perspectiva de que os projetos de intervenção elaborados pelos alunos ao final do curso possam vir a ser aproveitados pelos órgãos gestores do sistema de saúde, como aconteceu em experiência prévia de formação de trabalhadores do SUS em Vigilância em Saúde.
A pessoa formada em vigilância em saúde tende a prestar atenção em detalhes que não reparava antes no local onde mora. A coordenadora adjunta do curso da Escola Politécnica, Angela Casanova, descreve essa atitude como um olhar interessado e focado no que se aprende.
A comunicação também é importante na formação do agente de vigilância em saúde. Os alunos aprendem a trabalhar com imagens (fotografia) e a produzir vídeos, usados estrategicamente nas atividades com as comunidades. As entrevistas feitas para a formulação do diagnóstico do território são outro instrumento de comunicação. Os futuros técnicos ainda aprendem como integrar a produção de informações na saúde para ajudar a comunidade, por meio da busca de dados nos sistemas de informação em saúde, no IBGE e da elaboração e análise de bancos de dados.
Por meio do processo de territorialização de informações os alunos fazem o mapeamento do território visando a localização, análise e o relacionamento destas informações. O mapeamento e as novas tecnologias de geoprocessamento constituem-se como instrumentos básicos de trabalho do agente de vigilância em saúde.
Gerente: Adriana Donato
TI: Marcos Santos
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